08/06/2022 às 14h00min - Atualizada em 08/06/2022 às 18h00min

CBDS promove escolinhas de Vôlei e Futsal em São Paulo

Escolinhas de esportes atendem crianças e jovens surdos

SALA DA NOTÍCIA Imprensa CBDS
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Divulgação | CBDS
Com a proposta de fortalecer a base do desporto de surdos, a Confederação Brasileira de Desporto de Surdos (CBDS), iniciou as atividades das escolinhas de Vôlei e Futsal.
Voltadas a crianças e jovens surdos, as atividades vão de encontro a uma das principais metas da gestão da presidente da CBDS, Diana Kyosen: formar atletas de base para fortalecer as seleções brasileiras. Assim, as escolinhas devem ser um dos caminhos para as seletivas da entidade, formando as próximas gerações do desporto de surdos.
Isso porque as escolinhas têm como proposta preparar atletas de base para competições futuras. “Essas atividades são voltadas a desenvolver a base dos surdoatletas para competições. Graças ao patrocínio das Loterias Caixa, nós conseguimos viabilizar esse projeto, que é uma das prioridades da CBDS. Com isso poderemos fortalecer nossas seleções para o futuro”, explica Diana.
As atividades de Futsal são realizadas na sede da Derdic, na Vila Clementino, em São Paulo (SP), e gerenciadas pelo coordenador de Futebol da CBDS, Paulo Vieira.
Para ele, além de promover recreação para crianças e jovens surdos, as aulas vão ser uma fonte de novos talentos. “Eu tenho acompanhado as aulas e vejo que essas aulas serão importantes para descobrir novos talentos que irão formar as seleções. E esse é o objetivo principal do programa”, esclarece.
Já as aulas de Vôlei são gerenciadas pelo coordenador técnico das Seleções Brasileiras de Voleibol de Surdos, Mário Xandó, e acontecem na sede do Instituto Santa Teresinha, no bairro Bosque da Saúde, em São Paulo (SP).
Xandó também destaca a importância das escolinhas da CBDS. “A escolinha é de extrema importância porque ela incentiva a prática do voleibol junto aos jovens surdos, que passaram a contar com dois horários por semana para praticar a modalidade. Isso nunca aconteceu antes. Até então nossos treinos aconteciam apenas aos finais de semana e com muitas dificuldades para reunir todos os atletas. Por isso, ter as escolinhas funcionando é tão importante e vai render muitos frutos para as futuras gerações do desporto de surdos”, conclui.
No momento não há vagas para novas turmas. Mas, a CBDS já trabalha em busca de parcerias para viabilizar mais projetos que irão garantir a criação de mais escolinhas de esportes para atletas surdos.
“Nós agradecemos a Loterias Caixa porque isso só é possível graças a esse patrocínio. E esperamos poder contar com mais apoiadores para ampliar as escolinhas e atender também outros estados. Por isso, buscamos parceiros que possam nos apoiar nesse projeto de desenvolver o esporte para surdos em todo o Brasil”, conclui Diana.
A CBDS tem patrocínio das Loterias Caixa e do Governo Federal.
Para saber mais acesse o site da CBDS.
 
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