01/12/2021 às 18h56min - Atualizada em 02/12/2021 às 00h00min

Cuidados reduzem chances de câncer de pele, orienta médico da Unifesp

Oncologista Ramon Andrade de Mello ressalta a importância do protetor solar e das barreiras mecânicas

SALA DA NOTÍCIA Emilly Santos
Divulgação
O verão está chegando e os cuidados devem ser redobrados para a prevenção do câncer de pele não melanoma. De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), essa doença responde por aproximadamente 30% de todos os tumores malignos registrados no país, e tem maior frequência em pessoas com mais de 40 anos de idade.
 
“A prevenção deve ocorrer durante todo o ano, principalmente para os profissionais expostos com frequência ao sol. Por isso, da mesma forma que adotamos o uso do álcool em gel para a pandemia, precisamos adotar o uso do protetor solar para evitar o câncer de pele não melanoma”, orienta o médico oncologista Ramon Andrade de Mello, professor da disciplina de oncologia clínica da Unifesp, da Uninove e da Escola de Medicina da Universidade do Algarve (Portugal).
 
Um estudo da Sociedade Brasileira de Dermatologia mostra que mais de 60% dos brasileiros não usam nenhum tipo de proteção no cotidiano. O Inca estima o registro de aproximadamente 180 mil novos casos por ano. “Os cuidados devem começar desde a infância, orientando as crianças para o uso do protetor solar”, afirma o pesquisador da Unifesp. Ramon de Mello reforça também a importância do uso de roupas, chapéus ou bonés, além de óculos escuros e sombrinhas, entre outras barreiras mecânicas para a proteção contra o sol. Evitar a exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h é outra medida preventiva.
 
Entre os sintomas desse tumor, os pacientes devem ficar atentos para manchas de pele que coçam, ardem, descamam ou sangram; e feridas de difícil cicatrização em até quatro semanas. “O diagnóstico precoce amplia as chances de sucesso do tratamento. Qualquer dúvida, o paciente deve procurar um especialista”, orienta Ramon de Mello.
 
Sobre Ramon Andrade de Mello
Oncologista clínico e professor adjunto de Oncologia Clínica da Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ramon Andrade de Mello tem pós-doutorado em Pesquisa Clínica no Royal Marsden NHS Foundation Trust (Inglaterra) e doutorado (PhD) em Oncologia Molecular pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal).
 
O médico tem título de especialista em Oncologia Clínica, Ministério da Saúde de Portugal e Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO). Além disso, Ramon tem título de Fellow of the American College of Physician (EUA) e é Coordenador Nacional de Oncologia Clínica da Sociedade Brasileira de Cancerologia, membro da Royal Society of Medicine, London, UK, do Comitê Educacional de Tumores Gastrointestinal (ESMO GI Faculty) da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (European Society for Medical Oncology – ESMO), Membro do Conselho Consultivo (Advisory Board Member) da Escola Europeia de Oncologia (European School of Oncology – ESO) e ex-membro do Comitê Educacional de Tumores do Gastrointestinal Alto (mandato 2016-2019) da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (American Society of Clinical Oncology – ASCO). 
 
Dr. Ramon de Mello é oncologista do Hospital 9 de Julho e da High Clinic Brazil, em São Paulo, SP.
Confira mais informações sobre o tema no site https://ramondemello.com.br/

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