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19/12/2019 às 17h29min - Atualizada em 19/12/2019 às 17h29min

Grupo de deputados-servidores se divide e governo deve aprovar PEC da previdência

sagresonline
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alego

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O grupo de deputados da base do governo estadual que defendia mudanças na reforma da previdência se dividiu e abriu caminho para a manutenção da PEC, principalmente com a retirada total do direito aos quinquênios.

Do grupo, passaram a garantir voto favorável à matéria os deputados Rubens Marques (PROS), Amilton Filho (SD), Coronel Adailton (PP) e Vinícius Cirqueira (PROS), enquanto que Virmondes Cruvinel (Cidadania), Major Araújo (PSL), Humberto Teófilo (PSL), Eduardo Prado (PV) e Karlos Cabral (PDT) ainda tentavam ontem apresentar emenda ao texto da reforma.

Durante a semana, o governo chegou a rejeitar a proposta feita pelos deputados e servidores para manter o quinquênio na íntegra para atuais funcionários, que continuariam acumulando até a aposentadoria, e chegou a considerar proposta alternativa de escalonamento para que o benefício fosse recebido uma última vez.

No entanto, a proposta não agradou os deputados e o governo partiu para articulações individuais com os parlamentares. Ontem, o líder do governo, Bruno Peixoto (MDB), contava pelo menos 27 votos favoráveis à PEC e, por isso, o relatório na CCJ rejeitou todas as emendas apresentadas em plenário.

Em discurso, Bruno peixoto defendeu, “O deputado Carlos Cabral hora nenhuma tratou de quinquênio no magistério muito menos no estatuto do servidor. Esse tema será debatido em instantes no plenário”.

Bruno Peixoto se referiu as articulações nos estatutos do servidor e do magistério. O relatório da PEC da previdência recebeu pedido de vistas na CCJ e voltará à pauta nesta quinta-feira (19), quando deputados tentarão flexibilizar o fim do quinquênio. Mas, mesmo garantindo voto a favor da reforma, deputados da base, como Thiago Albernaz (SD), ainda defendem mudanças.

“Nós estamos buscando um diálogo com o governo do estado para que ele se sensibilize de um direito adquirido. A base tem esse sentimento de responsabilidade da qual nós teremos o compromisso de aprovar essa matéria, juntamente com o governo do estado. Mas sabemos que esse é um remédio muito amargo para o servidor. Nesse momento é necessário ter mais cautela para proporcionar isso, e os deputados da base estão buscando um diálogo com o governo do estado tentando Minimizar esse impacto,” explica Thiago Albernaz.

Entre os deputados que se manifestam contra a reforma da previdência, o destaque ficou por conta do delegado Humberto Teófilo (PSL). Depois de discursos contra o que chama de “retirada de direitos dos servidores”, o delegado teve seus cargos de indicação exonerados pelo governo.

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